Cobertura médica, bagagem e cancelamento. Você entende o que está contratando antes de precisar usar.
Seguro viagem só mostra o valor real no pior dia da viagem. É quando aparece a diferença entre a apólice de trinta mil dólares e a de sessenta mil, entre a que cobre esporte e a que não cobre, entre a que reembolsa depois e a que paga o hospital na hora.
O valor certo para o destino, considerando o custo de saúde de cada país.
Europa pede mínimo de trinta mil euros pelo Tratado de Schengen, e outros destinos têm regras próprias.
Extravio, atraso e dano, com o valor de indenização explicado antes.
Cobertura para quando um imprevisto obriga a desistir ou interromper.
Orientação sobre o que a apólice cobre e o que fica de fora.
Se precisar usar, você aciona a consultoria e recebe orientação sobre o passo a passo.
O país e o tempo de viagem definem a cobertura mínima.
Duas ou três opções, com a diferença explicada em português claro.
A apólice chega por e-mail e fica registrada com a consultoria.
Manda uma mensagem contando o que você precisa. A resposta vem com as opções e os valores.
Para a Europa, sim, por causa do Tratado de Schengen. Outros países exigem em situações específicas. Para o resto, não é obrigatório, mas é o item mais barato da viagem perto do risco que cobre.
Alguns têm, com coberturas limitadas e condições de uso, como comprar a passagem inteira no cartão. Vale conferir a apólice antes de contar com ela.
Vale, principalmente pela cobertura de bagagem, cancelamento e remoção médica em destinos afastados.
Atendimento por WhatsApp, e-mail ou presencial, com hora marcada.